A palavra é um barril de pólvora

"O tempo corre em direção com sua bandeja de hospital repleta de narcóticos, deixando-nos preparados para a sua operação inevitável e fatal." - Tennessee Williams

Estamos há duas semanas do primeiro turno das eleições presidenciais de 2010.
A situação se mantém irreversível. De um lado o candidato tucano - José Serra - oscilando em torno dos 25% das intenções de votos, em queda livre após incontáveis trapalhadas do marketing que gira sua campanha. Do outro a candidata do governo - Dilma Rousseff - que conquistou 51% das intenções de votos nas últimas pesquisas, surfando sobre a popularidade do presidente Lula.
O cenário provável indica que em poucos dias teremos uma aprovação em massa, nas urnas, para a continuidade de um governo envolvido em escândalos, responsável pelo aparelhamento do estado, que anuncia sanções à liberdade de expressão, mantém relações diplomáticas de pouco costume com países que pregam o autoritarismo e que, apesar disso, sofreu pouca - ou quase nenhuma - oposição nesses últimos anos.
A Dilmocracia é uma bomba relógio prestes a explodir.

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